quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

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RELAÇÃO DE LIVROS:

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Entenda a Reforma do Ensino Médio proposta sem discussão com a sociedade

O Ensino Médio vai ser reformado? É verdade isso?

Sim. O presidente Michel Temer publicou uma Medida Provisória que muda as regras e exigências do Ensino Médio.

O que é uma Medida Provisória?

A MP é um instrumento que o presidente da república usa para implementar algum projeto imediatamente. Assim que uma MP é publicada, a lei em questão já entra em vigor. Mas, para continuar funcionando, a MP tem que ser aprovada pelo Congresso (Senado e Câmara dos Deputados) em até 120 dias.

E se não for aprovada em 120 dias?

A MP deixa de existir e fica inválida.

Que mudanças o governo fez?

São várias. Vamos listar algumas: os professores não vão mais precisar ter diploma na área em que dão aulas, a flexibilização de metade do currículo básico (os alunos poderão escolher algumas matérias), fim da obrigatoriedade de educação física, artes, sociologia e filosofia (o governo voltou atrás) e incentivos para aumentar as escolas com ensino integral, entre outras mudanças.

E essa história do fim da educação física e outras disciplinas? É verdade?

O projeto que foi publicado na quarta-feira (21) previa isso. Mas o governo voltou atrás e disse que não vai tirar nenhuma disciplina do currículo.

Por que as pessoas criticaram esse projeto?

As principais críticas dizem que o governo impôs essas mudanças sem conversar com a sociedade: os alunos, os professores, diretores, educadores, pais e mães. Seria necessário debater antes de fazer mudanças importantes como essas. Além disso, especialistas em educação criticaram as metas que foram adotadas pela MP, que foram baseadas em um projeto de 1996, considerado muito atrasado para os dias de hoje.

Ouvi dizer que o projeto não pode ser criticado porque a própria Dilma propôs essas mudanças. Então porque o Michel Temer não pode fazer?

Muita gente falou sobre isso, é verdade. Republicaram um vídeo antigo de Dilma Rousseff, falando sobre algumas das mesmas mudanças que foram implementadas pela MP do atual governo. A questão é a seguinte: o governo de Dilma não colocou nenhuma medida em prática. O projeto estava sendo debatido há três anos com políticos, educadores, professores e outros interessados. Estão usando essa fala de Dilma para justificar o projeto de Temer, o que não faz muito sentido.

Mas porque você está protegendo a Dilma?

Veja bem, não estamos protegendo ninguém, estamos lidando com fatos. Quando Dilma falou sobre as mudanças que queria implementar, falou de maneira genérica. E até onde durou seu mandato, não fez nenhuma mudança. Portanto, pode até ser que ela planejasse fazer isso, mas não fez. E o fato é que o governo Temer publicou uma Medida Provisória e colocou as mudanças, muito criticadas pela sociedade, em prática.

Certo. Mas e agora? Isso tem volta?

Tem. Basta o Congresso não aprovar a Medida Provisória.


Fonte: http://meexplica.com/2016/09/entenda-a-reforma-do-ensino-medio/

Educação no Brasil: fez a sua lição de casa?

Algum tempo atrás a senadora Simone Tebet elogiou um substituto ao senado ao dizer: 'o senado ganha um grande homem público'. "Eu o conheço de longa data e tenho a certeza que os sul-mato-grossenses serão honrados com a vinda do professor para esta casa. Isso representa um avanço para o Estado", disse.

O então professor era o Pedro Chaves, suplente do Delcídio. Chaves tornou-se um dos senadores mais ricos [dono da quarta maior fortuna entre os senadores ~70 milhões]. Homem público sem nunca ter recebido nenhum voto. Não merece o título de educador ao propor mudanças sem diálogo e reflexão com a classe de educadores. Mace, Cesup [na década 1970], Uniderp [agora Anhanguera] estão entre as empresas por onde Chaves levantou fortunas...




Pedro Chaves é um dos responsáveis pela reforma educacional defendida por setores conservadores. A então reforma do Ensino Médio tem como base uma Medida Provisória, ou seja, não passou por etapas e discussões da sociedade civil. Veja mais aqui!  Sobre a Reforma do Ensino Médio.

Mendonça filho , Pedro Chaves, Michel temer são esses os que "defendem" a educação do país. Com todos os problemas possíveis da educação brasileira [evasão, salários baixos, infraestrutura deficiente, falta de equipamentos didáticos para diversas disciplinas, etc] os arautos dos "novos tempos" estão preocupados com o currículo escolar. Uma piada de mal gosto. Por quanto tempo as classes envolvidas no processo serão deixadas de lado. Esses políticos profissionais, que anistiam ladrões, querem ser o diapasão educacional, justo esta que é uma das mais importantes instituições sociais.

Até quando a elite econômica vai frear a democracia? A ausência de discussão, reflexão e debate são as armas do autoritarismo. Formar jovens alienados é um passo importante para diminuir o ativismo que potencializa o movimento estudantil. Essa conjuntura somada ao ajuste fiscal do governo formarão um controle social severo. O próximo passo é defender o individualismo nas gerações futuras. Soluções individuais para problemas coletivos. Bom, isso ja ocorre Black Friday, compras de natal e televisão são os elementos apaziguadores em especial. Eles, os donos do poder, fizeram bem a lição de casa.

sábado, 19 de novembro de 2016

Conteúdo Sociologia em Movimento [slide]

Segue o link com slide de conteúdos do Livro “Sociologia em Movimento” da Editora Moderna. 
Para baixar o material em pdf acesse aqui
Para baixar o material em power point acesse aqui.
 
 
Fonte: cafecomsociologia.com

Poder, política e Estado - [Conteúdo de Revisão]

Segue abaixo os slides referentes ao conteúdo "poder, política e Estado". as discussões envolvem as mudanças que ocorreram a partir do enfraquecimento e fim do Regime Feudal com o surgimento do Estado Moderno. 
Conteúdo fundamental para entender os tipos de Estado, as relações de poder na sociedade contemporânea e a política. Aos alunos do 2º e 3º anos fica a dica: estudem fazendo relações [links] com temas também discutidos em outras disciplinas [filosofia, história, geografia] para entender melhor o conceito de Estado Moderno! Boa leitura!



sábado, 5 de novembro de 2016

Imprimir a partir do Chrome


É possível imprimir a partir do Chrome usando o computador ou dispositivo móvel. Com o Google Cloud Print, é possível disponibilizar suas impressoras para você e para quem você escolher.
Saiba mais sobre como o Google Cloud Print funciona.

Configurar o Google Cloud Print

Se sua impressora sem fio for pronta para a nuvem, siga as instruções fornecidas pelo fabricante ou veja as informações de configuração para impressoras prontas para a nuvem.
Se a impressora não informar que é pronta para a nuvem, siga as etapas abaixo.
  1. Ligue a impressora.
  2. No computador Windows ou Mac, abra o Chrome.
  3. No canto superior direito, clique em Mais Mais depois Configurações.
  4. Na parte inferior, clique em Mostrar configurações avançadas.
  5. Em "Google Cloud Print", clique em Gerenciar.
  6. Se solicitado, faça login na sua Conta do Google.
  7. Selecione as impressoras que você deseja conectar e clique em Adicionar impressoras.
A impressora está agora associada à sua Conta do Google e conectada ao Google Cloud Print. É possível imprimir nessa impressora a partir de qualquer dispositivo que esteja conectado à sua Conta do Google.

Fonte: suportegoogle

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Um dia na vida [2010]



Título Original: Um Dia Na Vida
Título no Brasil: Um Dia Na Vida
Direção: Eduardo Coutinho
Gênero: Documentário
Ano de Lançamento: 2010
Duração: 94 min
País: Brasil

Sinopse: Primeiro de outubro de 2009, uma quinta-feira. Eduardo Coutinho passa o dia inteiro gravando o que é exibido na televisão aberta brasileira. Ele muda de canal, descarta filmes exibidos originalmente nos cinemas e faz um resumo de uma hora e meia do que os telespectadores recebem diariamente.

Peões [2004]



Título Original: Peões
Título no Brasil: Peões
Direção: Eduardo Coutinho
Gênero: Documentário
Ano de Lançamento: 2004
Duração: 85 min
País: Brasil

Sinopse: A história pessoal de trabalhadores da indústria metalúrgica do ABC paulista que tomaram parte no movimento grevista de 1979 e 1980, mas permaneceram em relativo anonimato. Eles falam de suas origens, de sua participação no movimento e dos caminhos que suas vidas trilharam desde então. Exibem souvenirs das greves, recordam os sofrimentos e recompensas do trabalho nas fábricas, comentam o efeito da militância política no âmbito familiar, dão sua visão pessoal de Lula e dos rumos do país.

domingo, 10 de julho de 2016

México: conflito e morte de professores que protestavam contra desmonte da escola pública




Greve dos professores contra privatização do Ensino desdobra-se em manifestações, bloqueios, comunas. Polícia reprime com violência e mortes, mas movimento não recua. Zapatistas podem envolver-se

Por Scott Campbell*, na ROAR Magazine | Tradução Democratize
Em um comunicado divulgado na sexta-feira, 17 de junho, os zapatistas colocaram as seguintes questões relacionadas com a greve em curso dos professores nacionais no México:
“Eles apanharam, jogaram gás neles, os prenderam, os ameaçaram, sofreram disparos, calúnia, com o governo declarando estado de emergência na Cidade do México. Qual é o próximo passo? Irão desaparecer com os professores? Será que vão matá-los? A reforma educacional vai nascer por cima do sangue e cadáveres dos professores?”
No domingo, 19 de junho, o Estado respondeu a estas perguntas com um enfático “Sim”. A resposta veio na forma de fogo de metralhadora da Polícia Federal dirigidas contra professores e moradores que defendem o bloqueio de uma estrada em Nochixtlán, uma cidade no sul do estado de Oaxaca.
Inicialmente, o ministério de Segurança Pública de Oaxaca afirmou que a Polícia Federal estava desarmada e “nem mesmo carregava bastões”. Após ampla evidência visual e uma contagem de corpos de manifestantes mortos no “confronto”, o Estado admitiu que policiais federais abriram fogo contra o bloqueio, matando seis. Enquanto isso, os médicos em Nochixtlán divulgaram uma lista de oito mortos, 45 feridos e 22 desaparecidos. Na segunda-feira, o Coordenador Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), disse que dez foram mortos no domingo, incluindo nove de Nochixtlán.
Os professores pertencentes à CNTE, uma facção mais radical de cerca de 200 mil dentro dos 1,3 milhões do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Educaçãpo (SNTE), o maior sindicato da América Latina, estão em greve por tempo indeterminado desde o dia 15 de maio. Sua demanda principal é a revogação da “Reforma Educacional”, iniciada pelo presidente do México, Enrique Peña Nieto em 2013.
Um plano neoliberal baseado em um acordo de 2008 entre o México e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a reforma visa padronizar e privatizar o sistema de educação pública do México, bem como enfraquecer o poder do sindicato dos professores. Os professores também estão exigindo mais investimento em educação, liberdade para todos os presos políticos, além da verdade e justiça para os 43 desaparecidos de Ayotzinapa.



Fonte: outraspalavras
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O Projeto "escola sem partido" é reacionário e ameaça a liberdade dis especialista

A liberdade de cátedra está sendo ameaçada no Brasil por um projeto que se apresenta como neutro ideologicamente e plural, mas que, na verdade, está carregado de uma ideologia conservadora, obscurantista e reacionária que pretende constranger a liberdade dos professores dentro da sala de aula. A advertência é do historiador Éder da Silveira, professor no Departamento de Educação e Humanidades, da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Doutor em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com pós-doutorado na Universidade de São Paulo (USP), Éder Silveira integra a Comissão de Ética Pública da UFCSPA que vem promovendo uma série de debates públicos sobre temas éticos.
Em 2016, já foram realizados três debates. O primeiro discutiu o direito de um profissional de saúde negar o atendimento a alguém, tendo como ponto de partida o caso da médica que se recusou a atender uma criança pelo fato da mãe desta ser filiada ao PT. O segundo tratou da violência contra a mulher no ambiente universitário e o terceiro foi sobre liberdade de cátedra e liberdade de expressão, um tema muito presente no debate hoje tanto na educação escolar quanto na universitária.

Fonte: Caros Amigos
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